sexta-feira, 8 de junho de 2018

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Silvino Évora lança nova obra "Comunicação Social e Cidadania"



O auditório da Universidade de Cabo Verde acolhe, hoje, pelas 18 horas, o lançamento do mais novo livro do professor e investigador Silvino Lopes Évora, intitulado "Comunicação Social e Cidadania".


Esta obra, segundo o autor, é uma coleção de vários trabalhos científicos apresentados em congressos internacionais e nacionais e, também, publicados em revistas de especialidade, sobretudo internacionais.

“É um conjunto de reflexões e pesquisas que vai ajudar a compreender diferentes campos que interconectam com a comunicação”, precisou, acrescentando que o livro interpreta a comunicação como um “instrumento para o exercício da cidadania”.

Nas palavras do investigador, a cidadania aparece difusa em vários textos que compõem o livro, ao ponto de ajudar as pessoas a perceberem que, para que os cidadãos sejam efetivamente ativos na sociedade, têm a necessidade de uma “boa comunicação social”.

Em declarações à Inforpress, explica que o livro levou alguns anos a sair “por falta de financiamento”. A obra já se encontrava concluída desde 2013 e desde então vinha à procura de patrocínios, entretanto, sem sucesso. 

Acrescenta ainda que, para além das dificuldades financeiras em publicar o livro, ainda se deparou com questões burocráticas em fazer o seu levantamento nas alfândegas. “Tive mais de dez dias a tentar levantar o livro nas alfândegas”, queixa-se Silvino Évora. 

Face a estes constrangimentos  e dificuldades, Lopes Évora apela a uma maior participação e incentivo das instituições em apoiar publicações de livros, do que festivais, uma vez que, “Um festival, às vezes, leva dez a onze mil contos. Temos vários festivais ao ano” comentou, dizendo que, pelo menos, o dinheiro de um desses eventos fosse destinado à publicação de livros.

No dia 16 deste mês, esta obra vai ser lançada no Tarrafal, terra natal do autor, e em Agosto pode ser a vez do município dos Mosteiros (Fogo) receber o livro.

Em Julho, prevê lançar esta obra nas Canárias, por ocasião de um congresso sobre a história da imprensa na Macaronésia, em que vai participar.

Em Novembro, Silvino Évora prevê o lançamento do “Comunicação Social e Cidadania” em Portugal, por ocasião do congresso sobre a deontologia do jornalismo no espaço lusófono para o qual foi convidado.

Tem várias obras publicadas, nomeadamente Concentração dos Media e Liberdade de Imprensa; Políticas de Comunicação e Liberdade de Imprensa-Para Compreender o Jornalismo e a Democracia em Cabo Verde; Rimas no Deserto – Poemas Inéditos; O Passaporte da Diáspora e Tratado Poético da Cabo-verdianidade. 



quinta-feira, 5 de abril de 2018

Mercado de trabalho- “a madrasta má” dos Recém-licenciados

Vadimila Borges
Licencianda em jornalismo

Quando se termina os estudos secundários, levamos connosco a satisfação de trabalho feito e no rosto o sorriso de estar em condições de ingressar no ensino superior. Porém, quando terminamos a licenciatura, invade-nos um medo, que as próprias palavras não conseguem descrever exatamente.

É uma mistura de medo, desafio invisível e um frio na barriga só de imaginar o que nos aguarda o mundo laboral: “a madrasta má”. É como que caminhar por um túnel escuro, andando aos sobressaltos e com medo de encontrar ratos pelo caminho.

Não é fácil, nestes dias que correm, ser otimista com o cenário no qual vivemos atualmente: uma gorda estatística de desemprego jovem, inclusive de jovens com licenciatura.
Se antes, a conclusão do ensino secundário era uma garantia de emprego, hoje os ventos são outros, tanto que nem uma licenciatura vale o esforço de quatro anos de curso e muito menos a certeza de que já se tem um lugar garantido no mercado de trabalho.

Terminamos o curso com a sensação de incerteza e um pouco desacreditados. São nestas horas que parámos para refletir se fizemos uma escolha inteligente. E perguntamos a nós mesmos se neste mundo vasto há espaço para mais um que,

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Eleições Reitoral UNICV- Judite Nascimento Com Vitória Empatada

A universidade de Cabo Verde vai às urnas, mais uma volta, escolher o novo reitor.

Com o resultado das eleições de 19 de janeiro, os dois candidatos com maior percentagem de votos, Judite Nascimento e Artur Furtado, vão disputar a vitória numa segunda ronda de votação.

Judite Nascimento que concorre à sua própria sucessão, com 43,6% dos votos, contra os 36,05% de Artur Furtado, não venceu, portanto, com a maioria que lhe legitima poder.

De recordar que as outras candidatas, Corrine Almeida com 13,49% dos votos e, Eurídice Monteiro com 6,86% dos votos, estão fora desta corrida.

A segunda ronda de votação está prevista, em princípio, para o início do mês de fevereiro.

Quando Ser Estudante Pressupõe Mendigar

Licencianda em jornalismo
Na universidade, coisa que não nos falta, graças a Deus, é trabalho para fazer. Constantemente, para não dizer todos os dias, estamos encarregados de produzir conteúdos e entregar. Até aqui tudo bem, tudo normal.

Apenas um “detalhe” que nos mata: as pessoas não colaboram na nossa progressão, não nos ajudam a produzir conhecimento, e outras, simplesmente por maldade, colocam obstáculos no nosso caminho.

A primeira opção seria desistir, não fosse o peso de um zero ou voltar a fazer a cadeira no próximo ano. Como o tempo é um luxo do qual não dispomos, fazemos as noites virarem dias, pulamos refeições, mendigamos por entrevistas…, mas conseguimos fazer o nosso trabalho. Conseguimos entregar e a nota faz jus ao esforço de cada um.

Não sei se é simplesmente uma perceção subjetiva, mas, a ideia que se tem é que as pessoas não nos facultam informações, maioritariamente coisas simples, porque não podem ou porque não gostam mesmo de ajudar?

A sensação que se tem é que existe uma certa discriminação para com os estudantes. Quando solicitamos algum tipo de entrevista ou informação e nos identificarmos como tal, logo se começa por arranjar desculpas feitas e mal-feitas, enrolam-nos, os emails que enviamos, coitados, vão todos parar ao lixo. Um ou outro, mais educado, responde ainda que seja para dizer “Não posso”. 

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Uni-CV Vai à Votos Escolher Novo Reitor

A Universidade de Cabo Verde vai às urnas no dia 19 de janeiro para eleger o próximo reitor desta instituição de ensino superior pública. 
Nesta corrida, estão 4 candidatos, sendo que um deles concorre a sua própria sucessão. Conheça o perfil, planos e projetos de cada um. 

Professor Doutor Artur Tavares Furtado, solteiro, nasceu a 21 de dezembro de 1970, em Santa Catarina - São Tomé, filho de pais cabo-verdianos. Possui uma licenciatura em Engenharia Industrial pela Universidade de Estado de Iowa, Estados Unidos. Tem dois Mestrados, um em Gestão Industrial, Diploma de Estudos Avançados, pela Universidade de Tecnologia de Troyes, França, e o outro em Direito da Propriedade Intelectual, pela Universidade de Direito de Yaoundé 2, Camarões, uma Pós-Graduação em Direito dos Contratos pelo Instituto Superior de Ciências Jurídicas e Sociais (ISCJS) na Praia, Cabo Verde. 

É bióloga-oceanógrafa, Doutora em Ecologia Marinha e Gestão de Recursos Marinhos Vivos. Na Universidade de São Paulo, formou-se em Ciências Biológicas e obteve o grau de mestre em Oceanografia Biológica. O doutoramento foi obtido na Universidade de Las Palmas de Gran Canaria, tendo a defesa da tese intitulada de “Valoração Ecológica da Área Marinha Protegida da Baía de Murdeira, ilha do Sal” aprovada com

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